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Falando sobre mídia, memoria e narrativas.

Você não é livre se não pode parar: o mito da mulher forte

A sociedade contemporânea frequentemente exalta a imagem da mulher forte, capaz de suportar adversidades, trabalhar, estudar, cuidar da casa, cuidar dos filhos, cozinhar, e estar presente para o marido. Quando a força se torna uma armadura tão pesada que aprisiona, e a resiliência uma expectativa irreal que impede o reconhecimento da dor e da vulnerabilidade, tudo que é naturalmente esperado de uma mulher se transforma em um fardo silencioso.

Paris is Burning!!

O documentário Paris is Burning, dirigido por Jennie Livingston, se torna relevante na história do cinema documental por trazer à tona, com sensibilidade e impacto visual, a cultura dos bailes LGBTQIA+ nova-iorquinos na década de 1980. Por meio de registros observacionais, entrevistas e performances, a obra aprofunda em uma comunidade marginalizada composta, em sua maioria, por pessoas negras e latinas, travestis, mulheres trans e homens gays.

Sobre o Storytelling

Apesar de complexo, o processo de criação, gestão e manutenção de uma marca tem se mostrado cada vez mais relevante, sendo o foco de grandes marcas pelo mundo, gerando ações que não apenas criam identificação, mas estabelecem significados e consequentemente associações emocionais e racionais dos consumidores onde se “agrega dimensões que, de alguma forma, o diferenciam de outros produtos desenvolvidos para satisfazer a mesma necessidade” (Kotler; Keller, 2006 pg 258).

Uma introdução à classes sociais

A discussão sobre classes está presente nas diferentes dimensões da vida em sociedade, combinando os aspectos econômicos e sociais em sua compreensão. Este estudo utiliza as teorias de Max Weber e Pierre Bourdieu para introduzir o conceito de classe e identificar sua presença cotidiana. Para isso, serão abordados conceitos como estratificação social, capital simbólico, poder simbólico e violência simbólica, bem como as intersecções entre classe, gênero, meritocracia e raça.